Terça-feira, 7 de Julho de 2009

Neste fim-de-semana o BioTerra ultrapassou as 200.000 visitas!

Como o João se lembrou dos amigos trouxe a notícia para aqui e um vídeo pró-ecológico, como manda a “sapatilha”.

Parabéns Bioterra!

No dia 03 de Maio de 2008, 50.000 voluntários limparam mais de 10 mil toneladas de lixo deixando a Estônia totalmente limpa!

E como na Estónia vamos a isto!

Domingo, 5 de Julho de 2009

Identidade Misteriosa




Vivemos em Democracia mas não vivemos a democracia no dia-a-dia, no exercício das nossas liberdades, na rejeição das pequenas tiranias que nos sufocam e paralisam. Aceitamos tudo porque só assim nos podemos queixar de tudo. São essas as nossas armas: a queixa, a inveja e a arte de viver nas fendas que é o chico-espertismo. “Em Busca da Identidade – o desnorte”, o filósofo José Gil atribui à doença da identidade, ao excesso de identidade, a nossa paralisia social e cívica. “Somos portugueses antes de sermos homens” (p.10) e o peso dessa identidade afecta os percursos individuais e degrada o espaço público. O excesso de identidade conforta e imobiliza, somos o que somos e isso desculpa-nos, exime-nos do debate, protege-nos do conflito e empurra-nos para o queixume.

Transferindo “mecanismos psicanalíticos para o colectivo”, José Gil detecta traços neuróticos nos portugueses durante o Estado Novo como, e cita Ferenczi, “a atenuação do sentimento de responsabilidade”, “o adiamento de todas as acções” e “a crença na realização das ideias só porque são pensadas”. Estes traços permanecem no português do pós-25 de Abril como estratégia de sobrevivência, de adaptação a uma realidade que não era imediatamente dada, que tinha de ser construída. A liberdade colocou problemas de identidade, que levaram a que os portugueses se refugiassem em “antigos moldes que forneciam segurança e paz interior”.

Décadas de salazarismo não só afastaram os portugueses do espaço público de debate mas também criaram uma identidade avessa ao conflito e à discussão. A identidade do português não estava preparada para a realidade democrática, para o exercício da cidadania, para a expressão livre. Para José Gil, este conflito entre a identidade e a realidade explica “a nossa dificuldade actual em nos desviarmos de uma via única”. É a nostalgia da ordem salazarista, de um sossego existencial característico dos regimes ditatoriais, de uma paz claustrofóbica que vai respirando pelo tubo do “queixume delirante”. José Gil desmonta a retórica da “via única” do primeiro-ministro José Sócrates, do discurso reformista que, quando embate com a realidade, prefere a cosmética à transformação dessa realidade.

É a institucionalização do chico-espertismo. As tácticas de sobrevivência quotidiana que constam do manual do chico-esperto são, enfim, consagradas pelo próprio Estado. A vontade de mudança permanece como “aspiração flutuante”, impossível de satisfazer, enquanto que, na prática, prevalecem truques como o estudo da OCDE que não era da OCDE. A propaganda da “via única” também procura contornar o conflito ou, quando ele é inegável, desinscrevê-lo do real. A atitude do governo relativamente à contestação dos professores é disso o melhor exemplo. Reconhece-se o direito à manifestação mas retira-se-lhe qualquer significado político, como se 120.000 professores, zombies ou couves fossem a mesma não-coisa.

“Assim começa a interiorização da obediência” no país do respeitinho, onde, como afirma José Gil, “estamos ainda longe de praticar a democracia”.

Roubado ao cachimbo de magritte


Sábado, 4 de Julho de 2009

A Manuela Ferreira Leite é a Filha Bastarda de Gepetto

(em construção)


Manuela Ferreira Leite, que já foi Ministra da Educação faz promessas aos professores.

Compromete-se a mudar o ECD, a Avaliação, a Burocracia, a Progressão, mas não fala em Gestão,

Mas isso não interessa nada porque quando ganhar as eleições, fará ainda pior e o nariz dela vai crescer tão bem ou melhor que o filho legítimo de Gepetto, o Pinócrates.

SILVA LOPES, 77 ANOS, NOMEADO ADMINISTRADOR DA EDP RENOVÁVEIS .



A pouca vergonha continua. Ao que isto chegou.

SILVA LOPES, com 77
(setenta e sete) anos de idade, ex-Administrador do Montepio Geral, onde saiu há pouco tempo com uma indemnização de mais de 400.000 euros, acrescidos de varias reformas que tem, uma das quais do Banco de Portugal como ex-governador, logo
que saiu do Montepio foi nomeado Administrador da EDP
RENOVAVEIS, empresa do Grupo EDP.
Com mais este tacho dourado, lá vai sacar mais umas centenas de milhar
de euros num emprego dado pela escumalha politica do governo, que continua a distribuir milhões pela cambada afecta aos partidos do centrão.

Entretanto o Zé vai empobrecendo cada vez mais, num pais com 20% de
pobres, onde o desemprego caminha para níveis assustadores, onde os salários da maioria dos portugueses estão cada vez mais ao nível da subsistência.

Silva Lopes foi o tal que afirmou ser necessário o congelamento de
salários e o não aumento do salário mínimo nacional, por causa da competitividade da economia portuguesa. Claro que para este senhor, o congelamento dos salários deve ser uma atitude a tomar, (desde que
não congelem o dele, claro).

Quanto a FERNANDO GOMES, mais um comissário político do PS, recebeu em
2008, como administrador da GALP, mais de 4 milhões de euros de remunerações. Acresce a isto um PPR de 90.000 euros anuais, para quando o " comissário PS " for para a reforma. Claro que isto não vai acontecer pois, tal como Silva Lopes, este senhor vai andar de tacho em tacho, tal como esta cambada de ex-políticos que perante a crise " assobia para o ar ", sempre com os bolsos cheios com os milhões de euros que vão recebendo anualmente.

Portugal na CEE!
























O Melhor que temos da modernidade

Tourada à Portuguesa

A Temporada já abriu

Quinta-feira, 2 de Julho de 2009