Sábado, 17 de Janeiro de 2009

AJE COMO SE FOSSE O PRIMEIRO DIA DO RESTO DA TUA VIDA

MUDAR O RUMO DA NOSSA VIDA DEPENDE DE NÓS

NÃO PRECISAMOS DE MESES MAIORES; PRECISAMOS DE CHEGAR TODOS AO TOPO DA CARREIRA

AVISA A MALTA

Quando Volta a Serenidade às Escolas?



Sol, 17 de Janeiro


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QUANDO A CABEÇA NÃO TEM JUÍZO O CORPO É QUE PAGA

O MELHOR É PREVENIR


MÚSICAS OUVIR E PENSAR

MARINHA GRANDE, 18 de JANEIRO DE 1934 E A HISTÓRIA DO SINDICALISMO







  • Marinha é concelho desde 1917 e em 16 de Fevereiro o Governador Civil de Leiria nomeou a Comissão Instaladora, composta por:


  • José dos Santos Barosa (Presidente),
  • José Simplício de Sousa Virgolino,
  • Joaquim Matias Sobrinho,
  • Ilídio Duarte de Carvalho
  • Joaquim Gouveia Pedrosa (vogais).


  • No dia 26 de Março de 1917, iniciaram-se os festejos comemorativos da restauração do concelho, com a vinda de altas individualidades distritais e do Governo Central.
  • Esta Comissão designou os membros do novo Senado e da nova Câmara, indicando os respectivos Presidentes que foram empossados em 8 de Outubro de 1917.
  • Senado Municipal - António Matias.
  • Câmara Municipal - José Simplício S. Virgolino.





18 de Janeiro de 1934


  • O fascismo instalou-se na Itália, com Mussolini e, internacionalmente, na Alemanha de Hitler, em 1933.
  • Em Portugal, o fascismo chegou em Julho de 1932, quando Salazar tomou conta da chefia do Governo.
  • Em 31 de Dezembro de 1933, Salazar proibiu os sindicatos livres. Esta foi apenas mais uma das acções de repressão e de violação das liberdades individuais do povo Português. Mas a exploração, o desemprego e a coacção sobre as massas operárias era tão evidente e tão anormal que, naturalmente, provocou a revolta dos trabalhadores.
  • No dia 18 de Janeiro de 1934, o levantamento operário fez tremer Salazar.
  • De 17 para 18 e durante todo o dia 18 de Janeiro, aconteceram no país cortes de linhas telegráficas, descarrilamento de comboios, explosões, assaltos a postos policiais, etc.


  • Contudo foi na Marinha Grande que o movimento operário teve mais expressão graças à maior coesão dos trabalhadores. Estes dominaram a povoação e submeteram a força local da GNR. De madrugada, grupos de acção, cada um de cinco operários, concentraram-se fora da localidade e convergiram depois para os pontos estratégicos: na Quinta do Banco interromperam a via-férrea; no Cruto do Valeirão cortaram árvores para obstruírem as estradas; cortaram as linhas telefónicas; um grupo desloca-se a Leiria para ajudar no corte de linhas eléctricas entre Leiria, Batalha e Pombal; os últimos grupos ocuparam o posto da GNR e o edifício dos Correios.

  • A população veio para a rua e solidarizou-se com o movimento.
  • Contudo, rapidamente, as forças militares da Infantaria 7, Artilharia nº 4, a e a PIDE atacaram e puseram fim ao movimento.
  • Passados 75 anos, a jornada heróica do proletariado vidreiro da Marinha Grande em 18 de Janeiro de 1934 permanece como um marco importante na abnegada e combativa luta dos trabalhadores portugueses pela liberdade, contra a exploração, por uma vida mais digna e uma sociedade mais justa.


  • O 18 de Janeiro jornada de luta contra a fascização dos sindicatos e pela defesa da livre organização dos trabalhadores; contra a ofensiva patronal e do Estado salazarista contra os salários, o horário de trabalho de 8 horas; contra a repressão e em defesa das liberdades cívicas e políticas tinha a determiná-lo a compreensão do que o fascismo representava para os trabalhadores: privação de todas as liberdades, perseguições, prisões, torturas, assassinatos, intensificação da exploração, desemprego e miséria.
  • A resposta de Salazar foi a decisão de criar o Campo de Concentração do Tarrafal com o objectivo de aterrorizar o povo português e poder assassinar, longe do país e das famílias, os presos considerados mais perigosos.
  • António Guerra, dirigiu a brigada de assalto ao Posto dos C.T.T. na Marinha Grande. Foi condenado a 20 anos de desterro. Esteve preso em Angra do Heroísmo e no Forte de Peniche. Morreu no Campo de Concentração do Tarrafal, em Cabo Verde, em 28 de Dezembro1948.


  • Vanguarda na luta contra a fascização dos sindicatos, a Marinha Grande continuou a sê-lo durante a longa noite da ditadura.
  • A Casa-Museu 18 de Janeiro de 1934, inaugurada a 18 de Janeiro de 2008, situa-se no Largo 18 de Janeiro de 1934, no lugar de Casal Galego, Marinha Grande.

  • Amanhã dia 18 de Janeiro de 2009 vou estar na Marinha Grande num almoço comemorativo deste dia memorável.

Maria Isabel Pedrosa Branco Pires, nascida na Marinha Grande, neta de:
António Matias Carvalho Gallo Pedrosa e Maria Deolinda Guerra Pedrosa

VAMOS PROJECTAR O FUTURO COM AS NOSSAS MÃOS




GREVE NACIONAL A 19 JANEIRO



Se eu pudesse falar contigo e dizer-te como é importate que faças esta Greve. Como ela te ajuda a vencer os medos. Como ela faz de nós seres importantes e nos mostramos importantes aos olhos de todos.

Começámos a incomodar e o poder a perceber que não faz de nós objectos, simples recursos de um mundo que não quero.

Se ao menos também tu quiseres fazer parte de um novo SER PROFESSOR. Em que não nos esmagam todos os dias nos normativos, nos discursos dos nossos governantes, nas reuniões partidárias de auto-elogio, nos debates de surdos no nosso parlamento.

Se ao menos quiseres combater “esta mentira quotidiana”.

A GREVE é, sim, um acto político. E o que o não é? E é ao escrevê-lo que marcamos a história e construímos o futuro.

Espero encontrar-te segunda feira, ao lado de tantos que, como eu, não se resignarão.


Lisboa: 15:00 horas 5 Outubro em frentre ao ME

Outras Cidades: em frente aos Governos Civis.


QUANTOS SEREMOS?



Não sei quantos seremos

mas que importa?!

Um só que fosse

e já valia a pena

Aqui no mundo

alguém que se condena

A não ser conivente

Na farsa do presente

Não podemos mudar a hora da chegada

Nem talvez a mais certa

A da partida.

Mas podemos fazer a descoberta

Do que presta

E não presta

Nesta vida.

E o que não presta é isto

esta mentira

Quotidiana.

Esta comédia desumana

E triste

Que cobre de soturna maldição

A própria indignação

Que lhe resiste.





Miguel Torga, Câmara Ardente





GREVE 19 JANEIRO TESTEMUNHOS




VAMOS TODOS JUNTOS LUTAR CONTRA ESTAS POLÍTICAS.

Sexta-feira, 16 de Janeiro de 2009

resposta à questão colocada na aplicação de perguntas e respostas sobre a avaliação de desempenho da DGRHE

De: meducacao@min-edu.pt









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Quais as consequências legais e/ou de carácter administrativo da não entrega de objectivos individuais por parte dos docentes? (Questão colocada por escrito por 20 professores)