domingo, 20 de Setembro de 2009

EQUÍVOCOS/ 19 SETEMBRO



O meu post foi mal interpretado. O Slogan que foi aprovado em Leiria foi vota “à esquerda ou direita ou à esquerda, mas não votes PS”.

A Direita é um mundo e a Esquerda também, mas dizerem que eu ao falar na direita só me refiro à extrema-direita é abusivo. Para mim a direita começa no PSD/PPD e neste Barroso que está mascarado de Sócrates. No PS haverá muitos militantes que não gostam do líder tal como eu.
Ao Ricardo Silva, de quem sou amiga, mas não sei a cor partidária, enquanto a minha é pública, acredito no seu voluntarismo e capacidade de luta e vontade de unir determinações.
Os outros líderes dos movimentos não me conhecem nem eu os conheço, a não ser de um sinal nas manifestações.
É cedo para falar, mas os professores podem ter dado um presente a Sócrates. Espero que não!
Com todo o respeito por quem acreditou que esta manifestação teria algum impacto para o nosso lado.
Desejo estar enganada.

Nota: Gostava que não envolvessem sócios, gente séria e ímpar, dando-lhes títulos que não têm, com dirigentes, delegados, etc, porque dito por alguém que diz conhecer o SPGL profundamente revela nem conhecer o resultado das eleições.

2 comentários:

António disse...

Houve de facto muitos equívocos nas nano-micro-manifestações de ontem. E o maior de todos é o de alguns professores que pensam votar no BE para se livrarem de Sócrates. Estão redondamente enganados.
A coligação PS/BE que se perfila no horizonte e que alguns adeptos bloquistas persistem em não ver já se começou a preparar ao nível do movimento sindical docente há muito tempo. A expressão mais significativa foi nas recentes eleições do SPGL em que saíu vencedora uma lista afecta a esses dois partidos e de que faziam parte dirigentes e destacados militantes das duas forças aparentemente discordantes. Candidatou-se também uma segunda lista do chamado BE/Ruptura FER que, concorrendo apenas ao Conselho Geral, apelou ao voto na Lista A BE/PS. No momento, continuam a jogar em dois carrinhos, para aumentar o poder negocial na futura coligação. Entretanto, alguns Pêesses da direcção do SPGL, porventura menos tacticistas, não acompanham a jogada oportunista do BE. E deu-se o caso de um tal Joaquim Veiguinha, dirigente do SPGL e colunista da Acção Socialista, ter proposto na última reunião de direcção que fossem abertos processos disciplinares aos professores que participassem nas manifestações de ontem com bandeiras do SPGL. Como se viu não houve bandeiras do sindicato da espúria aliança rosa/bloquista e participaram alguns elementos das duas forças.
Os professores ainda estão a tempo de abrir os olhos, porque a votação é só no dia 27. Se o não fizerem, não demorará muito até verificarem para que serve um sindicato de professores PS/BE com um governo PS/BE.

Anónimo disse...

Sem uma frente única social (que poderia catalizar uma mudança política profunda e não apenas arranjos de cúpulas), sem uma descrispação, que permita uma crítica séria e fraterna, não acintosa, o país (e a sua classe trabalhadora) vai para mais do mesmo, sem remédio, qualquer que seja a fórmula de governo.
Manuel