Segunda-feira, 6 de Abril de 2009

As portas que abril abriu

ARY dos Santos


2 comentários:

Isamar disse...

Quanta saudade desta voz que se fazia ouvir bem alto e que com audácia e frontalidade, com custo da própria vida,defendia o valor mais alto - a Liberdade.
Bem-hajas, Isabel!

Anónimo disse...

... Sim, saudade!!
Nos dias de hoje (todos os dias) ocorrem-me palavras soltas de coragem e carregadas dessa audácia.
Contudo, hoje também, ouvem-se vozes silenciosas. Dessas sim tenho medo.
Hoje, como funcionário público que sou numa universidade portuguesa, sinto-me novamente acorrentado.

No 25 de Abril/74, estava eu na Guiné. Antes eu tinha fugido. Fui apanhado e para lá me mandaram.

Sim tenho saudades da liberdade. Sim quero ser livres porque sinto que nunca o fui verdadeiramente.